O Livro de Apocalipse é um livro de revelação. Nele são narradas as visões que o apóstolo João recebe de Jesus, por meio das quais contempla, em espírito e sobrenaturalmente, os acontecimentos futuros, o que é classificado como “palavra escatológica”. O trecho encontrado nos versos 7 e 8 do capítulo 21 discorre acerca do juízo final: “Quem vencer herdará todas as coisas e eu serei seu Deus e ele será meu filho. Mas quanto aos tímidos e aos incrédulos, aos abomináveis, e aos homicidas, aos fornicadores e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago, o que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte”.
Ser cristão não é brincadeira. Levar o evangelho a sério é um projeto muito especial, que envolve não apenas o atendimento a um chamado, mas a missão de ser fiel a Deus e guardar os seus mandamentos. A conversão exige necessariamente o abandono do pecado, de um estilo de vida descompromissado com as coisas espirituais e dos hábitos que não se encaixarão com a mensagem da cruz.
A missão do cristão tampouco pode ser cumprida em tempo determinado. Contrariamente à idéia da permanência em Cristo por um período limitado, embora verbalizando a fé em sua pessoa ou o conhecimento de sua mensagem, a fidelidade aos princípios eternos é definida a cada dia e deve ser mantida até o fim, na prática da Palavra. Não podemos nos esquecer de que “quem vencer” (as tentações, as facilidades deste mundo, os convites para o caminho largo, que leva à perdição) é que “herdará todas as coisas”. Há que haver, portanto, muita determinação.
Isso tem muito a ver com a denominada Geração X, termo cunhado para designar a juventude seguinte ao período pós-guerra de meados do século XX (especificamente os nascidos entre 1963 e 1978), que, radical por natureza, tem o inconformismo e a superação de limites como principais atributos. Da mesma forma que os pertencentes à Geração X (e os que vieram depois dela), os que se comprometem com Jesus são pessoas extremas que, rompendo as barreiras de um cristianismo anódino e apático, conquistam as vitórias espirituais com coragem e perseverança.
É importante que se esclareça, que não se trata de um radicalismo às avessas, pautado em atitudes autodestrutivas como o consumo de álcool e outras drogas, o uso da violência na resolução de questões pessoais, a irredutibilidade na defesa de um ponto de vista ou a falta de parâmetros nos relacionamentos sentimentais. O radicalismo em questão, antes, inclui a canalização das energias vitais para Jesus, a fim de atingir níveis espirituais mais altos.
O chamado de Cristo é para que sejamos vencedores e não se trata tampouco do sucesso financeiro — isso é apenas uma consequência. Vencer na competição da vida envolve principalmente vencer a luta consigo mesmo. O ego é na maioria das vezes o nosso pior inimigo e vencê-lo, portanto, significa derrotar tudo o que nos afasta do caminho de Deus. Não devemos perder de vista, mais uma vez, que os covardes, os feiticeiros e outros descritos no texto que estamos discutindo são aqueles que trilharam caminhos tortuosos e permaneceram distantes do que a Bíblia propõe.
Este é, de fato, o valor eterno: o entendimento de que a vida não é apenas uma passagem, mas um meio de se decidir onde passar a eternidade. E é ótimo poder fazê-lo, tendo conhecimento dos planos divinos e sabendo onde se concentram as coisas que realmente possuem valor. Assim, quando Deus nos chamar desta terra, saberemos o nosso destino. Então, direcione a sua força para Jesus Cristo. Além de muito abençoado, você viverá a eternidade ao lado do Pai, desfrutando de todas as surpresas que Ele certamente reserva para nós.
Fique na paz
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
A imposição de limites a si mesmo é o caminho para o centro da vontade de Deus
Gostaria de trazer à memória o trecho do versículo 28 do capítulo 25 do Livro de Provérbios, que diz o seguinte: “Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito”.
A comparação entre a cidade sem muros e o homem que não controla o próprio espírito se dá pela falta de limites. Na época em que o texto bíblico foi escrito, uma cidade que não fosse cercada por muros era totalmente vulnerável. Os muros tinham a função de guardar e, por meio do controle de quem entrava e saía de sua extensão, trazer segurança. Por isso, tanto quanto uma cidade sem muros, um homem sem limites encontra-se desprotegido.
A falta de limites é comum nos nossos dias, não apenas no sentido dos “exageros” a que uma pessoa se possa permitir, mas no sentido literal da palavra, em que ela ultrapassa o limite do espaço do próximo e, em função do desrespeito e (muitas vezes) da agressividade, expõe e torna vulnerável a individualidade do outro.
Há que se mudar. É necessário que se compreenda que somente o autocontrole e a “contenção do espírito”, são capazes de trazer o discernimento do certo e do errado, do que é bom e do que é decididamente ruim.
É somente em face da aquietação interior que Deus pode derramar do seu próprio Espírito e, assim, conduzi-lo a uma vida de harmonia para com os que o cercam, o que, por fim, o leva cada vez mais ao centro da vontade do Altíssimo.
Alguém que impõe restrições a si próprio, de fato, está-se deixando edificar por balizas que lhe podem proporcionar a verdadeira qualidade de vida. E é exatamente isso que Deus reserva para os que amam a sua palavra, que amam o seu santo nome.
A comparação entre a cidade sem muros e o homem que não controla o próprio espírito se dá pela falta de limites. Na época em que o texto bíblico foi escrito, uma cidade que não fosse cercada por muros era totalmente vulnerável. Os muros tinham a função de guardar e, por meio do controle de quem entrava e saía de sua extensão, trazer segurança. Por isso, tanto quanto uma cidade sem muros, um homem sem limites encontra-se desprotegido.
A falta de limites é comum nos nossos dias, não apenas no sentido dos “exageros” a que uma pessoa se possa permitir, mas no sentido literal da palavra, em que ela ultrapassa o limite do espaço do próximo e, em função do desrespeito e (muitas vezes) da agressividade, expõe e torna vulnerável a individualidade do outro.
Há que se mudar. É necessário que se compreenda que somente o autocontrole e a “contenção do espírito”, são capazes de trazer o discernimento do certo e do errado, do que é bom e do que é decididamente ruim.
É somente em face da aquietação interior que Deus pode derramar do seu próprio Espírito e, assim, conduzi-lo a uma vida de harmonia para com os que o cercam, o que, por fim, o leva cada vez mais ao centro da vontade do Altíssimo.
Alguém que impõe restrições a si próprio, de fato, está-se deixando edificar por balizas que lhe podem proporcionar a verdadeira qualidade de vida. E é exatamente isso que Deus reserva para os que amam a sua palavra, que amam o seu santo nome.
sábado, 7 de novembro de 2009
Radical
Nos momentos de adrenalina, de muita onda e contato com a natureza, o relacionamento com Deus é essencial. As situações radicais experimentadas pelos esportistas fazem-nos pensar em uma vida de extremos — o que realmente ocorre —, mas nos levam também a examinar o real significado de ser radical.
Primeiramente, existe o pensamento secular de que, para ser radical, é necessário ser “maluco”, ultrapassar os limites e viver uma vida desregrada. Para os partidários dessa idéia, o radicalismo está associado a noites em claro, regadas a drogas e a uma condição de destaque no convívio social por esse tipo de “façanha”.
O que a Bíblia nos orienta, no entanto, é exatamente o contrário:.ser radical não é fazer o que a massa já faz, mas remar contra a maré. A vida radical, de acordo com os princípios bíblicos, sugere a idéia de que, se todos estão se destruindo por meio das drogas, você é aquele(a) que tem saúde, cuja vida é focada, que não precisa de aditivos para ser feliz e ter paz no coração.
Do mesmo modo, se ninguém tem religião e todos acham que isso não deve ser levado em consideração, você é aquele(a) que tem um relacionamento com Deus, que tem uma vida de oração, de leitura da Palavra de Deus, e cuja vida é iluminada em função disso.
Ser radical é viver contra as coisas que o mundo nos dita como certas. É saber que, enquanto todos procuram o maior número possível de parceiros, o número maior possível de “baladas”, você está junto da(o) sua/seu namorada(o), almejando constituir uma família, procurando fazer aquilo que é correto. Isso também lhe dá a segurança de ter uma pessoa que o(a) ama, que cuida de você e o(a) protege e que deseja honrá-lo(a) e respeitá-lo(a).
Ser radical é saber que tudo o que Deus tem para as nossas vidas, por mais que pareça diferente daquilo que o mundo oferece, vai lhe trazer benefícios e ajudá-lo(a) a ficar mais próximo de Deus. Ser radical é não se deixar influenciar por uma cultura que nos ensina o que é contrário a Deus e permitir-se influenciar pela cultura da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, uma vez que ela foi escrita para nos revelar a vontade do Criador para o ser humano.
E, se foi Ele quem nos criou, ninguém melhor do que Ele para saber qual a melhor maneira de vivermos. Por isso, radicalize todos os aspectos da sua vida, principalmente o espiritual. Busque Deus de todo o seu coração e procure transformar a sua vontade de radicalizar em santidade, em seriedade com relação às coisas espirituais, em um pacto, uma aliança verdadeira com Deus. Isso o(a) levará a uma nova condição e você, em pouco tempo, perceberá que vale a pena confiar em Deus, vale a pena confiar na Sua Palavra, vale a pena ser radical.
Fique na paz,
Primeiramente, existe o pensamento secular de que, para ser radical, é necessário ser “maluco”, ultrapassar os limites e viver uma vida desregrada. Para os partidários dessa idéia, o radicalismo está associado a noites em claro, regadas a drogas e a uma condição de destaque no convívio social por esse tipo de “façanha”.
O que a Bíblia nos orienta, no entanto, é exatamente o contrário:.ser radical não é fazer o que a massa já faz, mas remar contra a maré. A vida radical, de acordo com os princípios bíblicos, sugere a idéia de que, se todos estão se destruindo por meio das drogas, você é aquele(a) que tem saúde, cuja vida é focada, que não precisa de aditivos para ser feliz e ter paz no coração.
Do mesmo modo, se ninguém tem religião e todos acham que isso não deve ser levado em consideração, você é aquele(a) que tem um relacionamento com Deus, que tem uma vida de oração, de leitura da Palavra de Deus, e cuja vida é iluminada em função disso.
Ser radical é viver contra as coisas que o mundo nos dita como certas. É saber que, enquanto todos procuram o maior número possível de parceiros, o número maior possível de “baladas”, você está junto da(o) sua/seu namorada(o), almejando constituir uma família, procurando fazer aquilo que é correto. Isso também lhe dá a segurança de ter uma pessoa que o(a) ama, que cuida de você e o(a) protege e que deseja honrá-lo(a) e respeitá-lo(a).
Ser radical é saber que tudo o que Deus tem para as nossas vidas, por mais que pareça diferente daquilo que o mundo oferece, vai lhe trazer benefícios e ajudá-lo(a) a ficar mais próximo de Deus. Ser radical é não se deixar influenciar por uma cultura que nos ensina o que é contrário a Deus e permitir-se influenciar pela cultura da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, uma vez que ela foi escrita para nos revelar a vontade do Criador para o ser humano.
E, se foi Ele quem nos criou, ninguém melhor do que Ele para saber qual a melhor maneira de vivermos. Por isso, radicalize todos os aspectos da sua vida, principalmente o espiritual. Busque Deus de todo o seu coração e procure transformar a sua vontade de radicalizar em santidade, em seriedade com relação às coisas espirituais, em um pacto, uma aliança verdadeira com Deus. Isso o(a) levará a uma nova condição e você, em pouco tempo, perceberá que vale a pena confiar em Deus, vale a pena confiar na Sua Palavra, vale a pena ser radical.
Fique na paz,
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Os Moravianos
Iniciado em Hernhut, Alemanha no século 18, o movimento de oração continua (24 horas) chamado Moravianos durou por quase 100 anos, e eles não oravam por aquilo que não estavam dispostos a ser a resposta.
Dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da India cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.
Esses joves fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: " Nenhum pregador e nenhum clerico chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o tranposte deles. Então os jovens usaram o valor de sua propria venda para custiar sua viagem.
No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas familias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas ultimas palavras que foram ouvidas: "QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO".
Estou convencido que não devo orar se não estou disposto a ser resposta pelo o que estou orando. "... Deus é poderoso pra fazer muito mais.... de acordo com Seu poder que opera em nós" (Ef. 3:20)
Quantas vezes eu achei que obedecer era fazer um favorzinho para deixar Deus feliz, mas agora entendo que primeiro é um favor para minha vida, porque "...Seus pensamentos são mais altos do que os meus" (Is 55:7), e segundo é uma resposta expontânea e voluntária que declara amor. Obedecer é viver!
Não podemos responder a cruz de Cristo com esmolas, dizimos, puritanismo e favorzinhos. O que move o Senhor do trono é nossa vida como sacrificio por amor ao proximo, assim como Estevão (At 7)
Isso é uma escolha consciente, diária e não um choro de domingos a noite.
Essa palavra pode nos deixar muito frustrados por entendermos que temos entregue tão pouco, mas entenda que exite um processo (os Moravianos oraram por 100 anos) e esse e-mail é só para te lembrar do seu alvo, que de maneira nenhuma pode ser uma vida em busca do prazer humanista, mas o mesmo que o do Cordeiro, o Calvário.
Estamos juntos queridos irmãos, ouçamos e respondamos dignamente.
Dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da India cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.
Esses joves fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: " Nenhum pregador e nenhum clerico chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o tranposte deles. Então os jovens usaram o valor de sua propria venda para custiar sua viagem.
No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas familias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas ultimas palavras que foram ouvidas: "QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO".
Estou convencido que não devo orar se não estou disposto a ser resposta pelo o que estou orando. "... Deus é poderoso pra fazer muito mais.... de acordo com Seu poder que opera em nós" (Ef. 3:20)
Quantas vezes eu achei que obedecer era fazer um favorzinho para deixar Deus feliz, mas agora entendo que primeiro é um favor para minha vida, porque "...Seus pensamentos são mais altos do que os meus" (Is 55:7), e segundo é uma resposta expontânea e voluntária que declara amor. Obedecer é viver!
Não podemos responder a cruz de Cristo com esmolas, dizimos, puritanismo e favorzinhos. O que move o Senhor do trono é nossa vida como sacrificio por amor ao proximo, assim como Estevão (At 7)
Isso é uma escolha consciente, diária e não um choro de domingos a noite.
Essa palavra pode nos deixar muito frustrados por entendermos que temos entregue tão pouco, mas entenda que exite um processo (os Moravianos oraram por 100 anos) e esse e-mail é só para te lembrar do seu alvo, que de maneira nenhuma pode ser uma vida em busca do prazer humanista, mas o mesmo que o do Cordeiro, o Calvário.
Estamos juntos queridos irmãos, ouçamos e respondamos dignamente.
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